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15/04/2018

Presidente da Volkswagen diz que não dá pra fazer carro barato com nota máxima de segurança

Artigos / Entrevistas

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Volkswagen quer dizer "carro do povo", mas, no Brasil, a marca tem se distanciado do que se entende como carro popular.

O mais "barato", a versão mais básica do compacto Up!, parte atualmente de R$ 38,7 mil. O Gol, que por décadas foi o mais vendido do Brasil, começa em quase R$ 44 mil. Outras marcas ainda têm modelos que custam menos -- são poucos, é verdade.

A fabricante alemã decidiu correr atrás da liderança perdida no Brasil com "a maior ofensiva de produtos da história", iniciada com o novo Polo. Mas nenhum dos lançamentos previstos vai se encaixar no combo "bom e barato".

Na série de entrevistas do G1 com as montadoras que mais vendem no país, o novo presidente da Volkswagen para a América do Sul, Pablo Di Si, disse que essa conta ainda não fecha.

"Nós não vamos comprometer a segurança, o desenho, a conectividade, para reduzir R$ 2 mil (no preço do carro)", afirmou.

"Eu não vou falar de concorrentes específicos, mas não posso lançar um carro de R$ 36 mil que depois tem um recall de 60 mil carros"

Dois concorrentes que estão na lista dos mais baratos do país tiveram recalls recentemente: Renault Kwid e Fiat Mobi.

"Quando nós fazemos carros Latin NCap 5 estrelas, obviamente que se tem um custo maior em relação a alguns concorrentes", completou.

Ele se referiu à nota máxima que o Up! (na época do lançamento, em 2014) e modelos mais recentes da marca conquistaram nos testes independentes da organização.

"Eu respeito se seu carro tem 3 estrelas, mas nosso DNA, nossa essência, não é fazer um carro de 2 estrelas, mesmo que eu respeite outras formas de trabalhar"

"Adoraria ter um carro de R$ 36 mil, com Latin NCap 5 estrelas, com a maior conectividade... algum dia. Seguiremos trabalhando."

Di Si falou ainda sobre as apostas da marca no segmento dos SUVs, a sucessão do Gol e sobre o escândalo do "dieselgate" . Veja abaixo mais trechos da entrevista.

Com participação pífia no segmento mais "bombado" de todos, a Volkswagen começou a lançar mais SUVs a partir da nova geração do Tiguan, neste mês.

Um segundo modelo, o T-Cross, começará a ser feito no Paraná, sobre a mesma plataforma de Polo e do sedã Virtus, e chegará às lojas no ano que vem.

Caberá a ele a missão de entrar na briga mais acirrada, a dos SUVs compactos, contra Honda HR-V, NISSAN Kicks, Jeep Renegade e Hyundai Creta.

O terceiro SUV, maior que o T-Cross, tem o nome provisório de Tarek, e será produzido na Argentina. No lançamento do Tiguan, a montadora também destacou um "crossover" que seria concorrente do Honda WR-V, como um SUV de "entrada".

"O segmento (dos SUVs) é 20% (do mercado de carros). Mas, daqui 5 ou 6 anos, será 30%. Então, já com essa expectativa, nós temos 5 SUVs nos próximos 3 anos"

Também será feita uma picape para a marca concorrer num segmento onde ainda não está, segundo Di Si: "Para crescer (a participação)". Provavelmente, ela será concorrente das picapes "médias médias", junto das pioneiras Renault Oroch e Fiat Toro.

Ao todo, a Volkswagen prometeu 20 novos modelos até 2020, sendo 13 feitos no Brasil. Mas não deixará de lado todos os velhos conhecidos do público. O Gol segue nos planos, disse o executivo.

"Com certeza, teremos um sucessor do Gol"

Di Si acredita que a crise no setor já acabou e espera que o mercado brasileiro de veículos cresça de 10% a 15% neste ano, sobre o anterior. "E nós já colocamos nossos programas de produção neste crescimento", disse.

Dentro da Volkswagen, as metas são maiores.

"Nós almejamos crescer mais do que o dobro do mercado"

A marca terminou 2017 em 3º lugar em vendas, considerando carros e comerciais leves (picapes e furgões). Neste ano, já passou a Fiat, mas ainda está bem atrás da Chevrolet. A desejada liderança, no entanto, é um plano para daqui a 2 ou 3 anos, afirmou o executivo.

Sobre o escândalo dos motores a diesel, o presidente da Volkswagen afirmou que houve uma lição e que, por outro lado, a marca teve em 2017 seu melhor ano na história, mundialmente.

"O aprendizado é ser transparente, seguir as leis de cada país"

Di Si repetiu que o dispositivo acusado de fraudar emissões de poluentes não estava ativo em veículos vendidos na América Latina, apesar de constar em 17 mil unidades da Amarok no Brasil. A Volks já tinha afirmado isso em julho de 2016.

Após testes, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) contestou essa afirmação em março de 2017, manteve a multa de R$ 50 milhões e exigiu o recall prometido pela marca.

A Volkswagen recorreu da multa do Ibama. A briga ainda não terminou.

A montadora iniciou o recall da Amarok diesel há 1 ano. Segundo o executivo, nem todas as unidades convocadas já foram atendidas, mas "a maioria".

Segundo Di Si, a Volkswagen vai começar a vender elétricos e híbridos no Brasil no final deste ano ou início do próximo. Eles devem ser versões do Golf, o e-Golf ou o Golf GTE (híbrido).

"Estamos preparando um plano abrangente, piloto, porque não vai ser em todo o Brasil, vai ser em algumas cidades"

Além de carros "verdes", a Volkswagen aposta nos autônomos, tendo apresentado um conceito sem volante e nem pedais no último Salão de Genebra, em março.

"Acho que quando as pessoas começam a interagir com o carro autônomo, vai ser um antes e um depois"

https://g1.globo.com/carros/noticia/presidente-da-volkswagen-diz-que-nao-da-para-fazer-carro-barato-com-nota-maxima-em-seguranca.ghtml

G1 -RJ - 11/04/2018

 

Por Do G1 - RJ

 

Link(s) Relacionado(s): www.transgabardo.com.br  www.rglog.com.br 

 

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